Acusado de matar a mulher com um tiro em 2003 senta no banco dos réus

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O Tribunal do Júri Popular se reuniu nesta quarta-feira, 30, para julgar o Derivaldo Lopes, acusado de matar a sua esposa Gislene Veloso, na época 23 anos, há quase dez anos, precisamente no dia 2 de dezembro de 2003, em sua residência, no centro da cidade.

O caso ficou muito conhecido como um dos crimes de maiores repercussão da cidade e região. A vítima com o perfil profissional reconhecido era muito querida.

Segundo o seu advogado Fabrico Araújo, indicado pela defensoria pública “sobre o seu matrimonio, mu

ito bom, e em relação ao fato foi um tiro acidental”.

Nas primeiras horas durante o julgamento, as principais testemunhas foram ouvidas, destaque foi à mãe da vítima, Luzia Veloso, que bastante emocionada e forte ficou de frete ao réu.

Os dois promotores de justiça Drª Ana Luiza e Dr. João Malato, baseiam-se em crime qualificado e uma condenação alta.

Acontecido:

Depois de uma briga em sua residência, Derivaldo teria disparado contra a professora Gislene, atingindo-a embaixo do braço, onde após tentou correr e caiu já morta na calçada de sua própria residência.

O julgamento está acontecendo na Comarca de Demerval Lobão e a presidente do Júri, a Juíza Drª Maria da Paz espera concluir os trabalhos até às 22h, com a leitura da sentença, condenando ou absolvendo o acusado.

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