Caso Débora

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Revolta, tristeza e muita correria em direção a Comarca Municipal para tentar ver o rosto do acusado de assassinar e estuprar a pequena Débora.

 

Com isso a população se deparou com um grande aparato de policiais militares sendo aproximadamente 17 policiais militares que realizavam a segurança do menor. Garantido pela constituição, o menor se encontra detido no Centro de Educação Masculina – CEM em Teresina, onde baseado na Constituição Federal, ficará preso recolhido por apenas 3 anos.

 

Em audiência já notória, onde teria já confessado o crime, A.C.S. comentou o caso para a Juíza, diante da morte e estupro de sua irmã. O Delegado Tales Moura também esteve presente na audiência, onde hoje é um dos mais prestigiados delegados junto com sua equipe, já que o caso trouxe muitas polêmicas.

 

Segundo informações colhidas a Juíza de D. Lobão, A Drª. Maria da Paz tendo em vista que não tem Defensor Público na Comarca, teve que nomear o Dr. Antônio Carlos, advogado atuante na nossa cidade.

 

Tal medida foi para que houvesse nulidade no processo e para evitar que o menor fosse posto em liberdade.

 

 

 

 

 

 

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